Loucos de Lisboa
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⏱️ 3:32 duration
🆔 ID: 7731562
📜 Lyrics
Parava no café quando eu lá estava
Na voz tinha o talento dos pedintes
Entre um cigarro e outro lá cravava
A bica, ao melhor dos seus ouvintes
As mãos e o olhar da mesma cor
Cinzenta como a roupa que trazia
Um gesto que podia ser de amor
Sorria, e ao partir agradecia
São os loucos de Lisboa
Que nos fazem duvidar
Que a Terra gira ao contrário
E os rios nascem no mar
Um dia numa sala do quarteto
Passou um filme lá do hospital
Onde o esquecido filmado no gueto
Entrava como artista principal
Compramos a entrada p'ra sessão
Pra ver tal personagem no écran
O rosto maltratado era a razão
De ele não aparecer pela manhã
São os loucos de Lisboa
Que nos fazem duvidar
Que a Terra gira ao contrário
E os rios nascem no mar
Mudamos muita vez de calendário
Como o café mudou de freguesia
Deixamos de tributo a quem lá pára
Um louco a fazer-lhe companhia
É sempre a mesma posse o mesmo olhar
De quem não mede os dias que vagueam
Sentado lá continua a cravar
Beijinhos as meninas que passeiam.
São os loucos de Lisboa
Que nos fazem duvidar
Que a Terra gira ao contrário
E os rios nascem no mar
Na voz tinha o talento dos pedintes
Entre um cigarro e outro lá cravava
A bica, ao melhor dos seus ouvintes
As mãos e o olhar da mesma cor
Cinzenta como a roupa que trazia
Um gesto que podia ser de amor
Sorria, e ao partir agradecia
São os loucos de Lisboa
Que nos fazem duvidar
Que a Terra gira ao contrário
E os rios nascem no mar
Um dia numa sala do quarteto
Passou um filme lá do hospital
Onde o esquecido filmado no gueto
Entrava como artista principal
Compramos a entrada p'ra sessão
Pra ver tal personagem no écran
O rosto maltratado era a razão
De ele não aparecer pela manhã
São os loucos de Lisboa
Que nos fazem duvidar
Que a Terra gira ao contrário
E os rios nascem no mar
Mudamos muita vez de calendário
Como o café mudou de freguesia
Deixamos de tributo a quem lá pára
Um louco a fazer-lhe companhia
É sempre a mesma posse o mesmo olhar
De quem não mede os dias que vagueam
Sentado lá continua a cravar
Beijinhos as meninas que passeiam.
São os loucos de Lisboa
Que nos fazem duvidar
Que a Terra gira ao contrário
E os rios nascem no mar
⏱️ Synced Lyrics
[00:16.73] Parava no café quando eu lá estava
[00:21.16] Na voz tinha o talento dos pedintes
[00:25.46] Entre um cigarro e outro lá cravava
[00:29.99] A bica, ao melhor dos seus ouvintes
[00:34.73] As mãos e o olhar da mesma cor
[00:38.78] Cinzenta como a roupa que trazia
[00:43.48] Um gesto que podia ser de amor
[00:47.36] Sorria, e ao partir agradecia
[00:51.43] São os loucos de Lisboa
[00:55.83] Que nos fazem duvidar
[01:00.44] Que a Terra gira ao contrário
[01:04.57] E os rios nascem no mar
[01:15.25] Um dia numa sala do quarteto
[01:18.59] Passou um filme lá do hospital
[01:22.88] Onde o esquecido filmado no gueto
[01:26.83] Entrava como artista principal
[01:32.66] Compramos a entrada p'ra sessão
[01:36.90] Pra ver tal personagem no écran
[01:40.37] O rosto maltratado era a razão
[01:44.68] De ele não aparecer pela manhã
[01:49.01] São os loucos de Lisboa
[01:53.17] Que nos fazem duvidar
[01:57.50] Que a Terra gira ao contrário
[02:01.95] E os rios nascem no mar
[02:20.94] Mudamos muita vez de calendário
[02:24.95] Como o café mudou de freguesia
[02:29.47] Deixamos de tributo a quem lá pára
[02:33.67] Um louco a fazer-lhe companhia
[02:38.04] É sempre a mesma posse o mesmo olhar
[02:41.67] De quem não mede os dias que vagueam
[02:47.27] Sentado lá continua a cravar
[02:50.58] Beijinhos as meninas que passeiam.
[02:55.13] São os loucos de Lisboa
[02:59.33] Que nos fazem duvidar
[03:04.38] Que a Terra gira ao contrário
[03:08.26] E os rios nascem no mar
[03:16.32]
[00:21.16] Na voz tinha o talento dos pedintes
[00:25.46] Entre um cigarro e outro lá cravava
[00:29.99] A bica, ao melhor dos seus ouvintes
[00:34.73] As mãos e o olhar da mesma cor
[00:38.78] Cinzenta como a roupa que trazia
[00:43.48] Um gesto que podia ser de amor
[00:47.36] Sorria, e ao partir agradecia
[00:51.43] São os loucos de Lisboa
[00:55.83] Que nos fazem duvidar
[01:00.44] Que a Terra gira ao contrário
[01:04.57] E os rios nascem no mar
[01:15.25] Um dia numa sala do quarteto
[01:18.59] Passou um filme lá do hospital
[01:22.88] Onde o esquecido filmado no gueto
[01:26.83] Entrava como artista principal
[01:32.66] Compramos a entrada p'ra sessão
[01:36.90] Pra ver tal personagem no écran
[01:40.37] O rosto maltratado era a razão
[01:44.68] De ele não aparecer pela manhã
[01:49.01] São os loucos de Lisboa
[01:53.17] Que nos fazem duvidar
[01:57.50] Que a Terra gira ao contrário
[02:01.95] E os rios nascem no mar
[02:20.94] Mudamos muita vez de calendário
[02:24.95] Como o café mudou de freguesia
[02:29.47] Deixamos de tributo a quem lá pára
[02:33.67] Um louco a fazer-lhe companhia
[02:38.04] É sempre a mesma posse o mesmo olhar
[02:41.67] De quem não mede os dias que vagueam
[02:47.27] Sentado lá continua a cravar
[02:50.58] Beijinhos as meninas que passeiam.
[02:55.13] São os loucos de Lisboa
[02:59.33] Que nos fazem duvidar
[03:04.38] Que a Terra gira ao contrário
[03:08.26] E os rios nascem no mar
[03:16.32]