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Mundo Mágico dos Anônimos

👤 A286 🎼 Prefira Justiça Antes do Perdão ⏱️ 5:14
🎵 3957 characters
⏱️ 5:14 duration
🆔 ID: 8710407

📜 Lyrics

Sem glamour pra não confundir o príncipe e o sábio
E as notas que fazem sorrir não não. Só o necessário
Pra que a ilusão das rosas não enterrem o Reinaldo
Que esqueceu dos espinhos e acreditou no abraço
Quantos, as grades à base da saudade doutrinou
Com a liberdade que sempre teve mas nunca deu valor
Aqui vi homem chorar, perdido, sem vaidade, irmão
Só pedindo força pra seguir e conforto pro coração
O baguio é louco memo e vários de alegre tão nas pista
Com as peças pesada em cima, sonhando em ser terrorista
Que nem eu um dia com os parceiro das antigas
Maquinando fita pra catar e lançar uns pano, ó as brisa
Matador de policia com os paiaço tatuado
Mais conhecido que Al Capone pelos verme da tático
Aqui é mato, infelizmente em vários me vejo, é quente
Há 15 anos atrás, com o mesmo intuito na mente
No apetite pra catar os fuzil dentro do distrito
Trazer o city do delegado pra nois tá no giro
Sei como é moleque, também viajei nos Nike
Sonhando com a mobilete, sem ter nem uma bike
Complexo de inferioridade não é afrodisíaco pras fêmeas
Os flash não vem dos livro vem dos artigo que ostenta
Na carência de paz e pátria no epicentro do abandono
Eis a filosofia no mundo mágico dos anônimos
Entre disparos e rezas só com o que nos resta
O odor das flores não trazem lembrança de festas
Onde a racionalidade que define o mal e o bem
é matar e se matar pelos plaquê de 100
E o que restou dos sonhos pras noites em claro, sem sono
Entender que o que compra a cama não paga o descanso
Não deixa os veneno do cárcere, as lágrimas mostrar
O verdadeiro sentido das nave, dos pano de marca
Ela não vai se desfazer do tênis, do perfume preferido
Quando a bala do PM arranca seu sorriso
Não tem preço o beijo, um abraço de um filho de manhã
Num barraco de pau, alagado ou na beira do córrego, foda-se

No recanto das viúvas ouço o clamor dos órfãos
Enquanto as rosas perfumam a cova dos nossos mortos
Enquanto lágrimas apagam o que restou de você
Faz entender que a saudade é pior que esquecer

É tio e com meus velhos tristes fatos vou
Tentando entender o sentido da vida, sentido da paixão, do amor
O sentido divino do medo, dos traumas, de uma angústia esquecida
A descrição das lágrimas no rosto de uma criança, sem justiça
Confuso entre oportunos, astutos, covardes, religião
Onde a revolução pode até ser um crime
Mas o crime não é revolução, não
Conheço a dor de enterrar um irmão. De morrer de desânimo
O mundo também me ensinou a não acreditar nos meus sonhos!

E outra vez as brisa não saúdam conquistas, não
Neutraliza saudades pra tentar superar depressão
E do velho point onde nois tanto riu na zueira
Só restou lembrança das ideias e poeiras
Porra, lembra da banca que batia ponto na quadra?
Quem não tá morto, tá preso ou foragido da quebrada
Mudam as formas, geração, as arma, mas não a expressão cansada
De quem ficou pra contar a história familiar frustrada
Por que não foi suficiente a cicatriz das bala
Os dias imóvel de fralda, debilitado na maca
Com os gambé da escolta torcendo pra morrer
Os oito de ponta e só a coroa visitando você
Não casou e deram netos como ela sonhou
Mas fez chorar se perguntando "onde eu errei, senhor?"
Com o quarto ainda do mesmo jeito que ele deixou
Pra tentar manter viva a presença já que nunca mais voltou
Mano, seu abraço é tudo que ela quer
Sem Lacoste, Oakley na cara, mizuno dos novo no pé
Poder te esperar com mulher e filho no domingo
A ligação que tranquiliza "as crianças tão dormindo"
E quando chega a hora do caixão descer sem vida
Que a fisionomia descreva 'paz, missão cumprida' truta
Se o sol te deu outro dia, faz diferente
Antes que só restem flores pra dar de presente!

No recanto das viúvas ouço o clamor dos órfãos
Enquanto as rosas perfumam a cova dos nossos mortos
Enquanto lágrimas apagam o que restou de você
Faz entender que a saudade é pior que esquecer

⏱️ Synced Lyrics

[00:00.47] Sem glamour pra não confundir o príncipe e o sábio
[00:02.87] E as notas que fazem sorrir não não. Só o necessário
[00:05.98] Pra que a ilusão das rosas não enterrem o Reinaldo
[00:10.03] Que esqueceu dos espinhos e acreditou no abraço
[00:13.43] Quantos, as grades à base da saudade doutrinou
[00:17.18] Com a liberdade que sempre teve mas nunca deu valor
[00:20.56] Aqui vi homem chorar, perdido, sem vaidade, irmão
[00:23.62] Só pedindo força pra seguir e conforto pro coração
[00:27.67] O baguio é louco memo e vários de alegre tão nas pista
[00:31.52] Com as peças pesada em cima, sonhando em ser terrorista
[00:34.97] Que nem eu um dia com os parceiro das antigas
[00:38.30] Maquinando fita pra catar e lançar uns pano, ó as brisa
[00:42.67] Matador de policia com os paiaço tatuado
[00:45.73] Mais conhecido que Al Capone pelos verme da tático
[00:49.46] Aqui é mato, infelizmente em vários me vejo, é quente
[00:53.16] Há 15 anos atrás, com o mesmo intuito na mente
[00:56.31] No apetite pra catar os fuzil dentro do distrito
[00:59.69] Trazer o city do delegado pra nois tá no giro
[01:03.63] Sei como é moleque, também viajei nos Nike
[01:07.42] Sonhando com a mobilete, sem ter nem uma bike
[01:10.47] Complexo de inferioridade não é afrodisíaco pras fêmeas
[01:13.82] Os flash não vem dos livro vem dos artigo que ostenta
[01:17.94] Na carência de paz e pátria no epicentro do abandono
[01:21.34] Eis a filosofia no mundo mágico dos anônimos
[01:24.63] Entre disparos e rezas só com o que nos resta
[01:28.39] O odor das flores não trazem lembrança de festas
[01:32.19] Onde a racionalidade que define o mal e o bem
[01:35.49] é matar e se matar pelos plaquê de 100
[01:39.16] E o que restou dos sonhos pras noites em claro, sem sono
[01:42.26] Entender que o que compra a cama não paga o descanso
[01:46.03] Não deixa os veneno do cárcere, as lágrimas mostrar
[01:49.84] O verdadeiro sentido das nave, dos pano de marca
[01:53.14] Ela não vai se desfazer do tênis, do perfume preferido
[01:56.62] Quando a bala do PM arranca seu sorriso
[02:00.07] Não tem preço o beijo, um abraço de um filho de manhã
[02:04.18] Num barraco de pau, alagado ou na beira do córrego, foda-se
[02:07.90] No recanto das viúvas ouço o clamor dos órfãos
[02:14.64] Enquanto as rosas perfumam a cova dos nossos mortos
[02:21.20] Enquanto lágrimas apagam o que restou de você
[02:29.57] Faz entender que a saudade é pior que esquecer
[02:35.56] É tio e com meus velhos tristes fatos vou
[02:40.78] Tentando entender o sentido da vida, sentido da paixão, do amor
[02:46.67] O sentido divino do medo, dos traumas, de uma angústia esquecida
[02:51.93] A descrição das lágrimas no rosto de uma criança, sem justiça
[02:56.90] Confuso entre oportunos, astutos, covardes, religião
[03:03.23] Onde a revolução pode até ser um crime
[03:06.50] Mas o crime não é revolução, não
[03:08.62] Conheço a dor de enterrar um irmão. De morrer de desânimo
[03:12.83] O mundo também me ensinou a não acreditar nos meus sonhos!
[03:18.24] E outra vez as brisa não saúdam conquistas, não
[03:21.64] Neutraliza saudades pra tentar superar depressão
[03:25.51] E do velho point onde nois tanto riu na zueira
[03:29.06] Só restou lembrança das ideias e poeiras
[03:32.48] Porra, lembra da banca que batia ponto na quadra?
[03:36.16] Quem não tá morto, tá preso ou foragido da quebrada
[03:40.59] Mudam as formas, geração, as arma, mas não a expressão cansada
[03:43.67] De quem ficou pra contar a história familiar frustrada
[03:47.15] Por que não foi suficiente a cicatriz das bala
[03:49.98] Os dias imóvel de fralda, debilitado na maca
[03:53.54] Com os gambé da escolta torcendo pra morrer
[03:57.42] Os oito de ponta e só a coroa visitando você
[04:00.32] Não casou e deram netos como ela sonhou
[04:04.18] Mas fez chorar se perguntando "onde eu errei, senhor?"
[04:07.77] Com o quarto ainda do mesmo jeito que ele deixou
[04:11.54] Pra tentar manter viva a presença já que nunca mais voltou
[04:15.76] Mano, seu abraço é tudo que ela quer
[04:18.16] Sem Lacoste, Oakley na cara, mizuno dos novo no pé
[04:22.24] Poder te esperar com mulher e filho no domingo
[04:25.50] A ligação que tranquiliza "as crianças tão dormindo"
[04:29.46] E quando chega a hora do caixão descer sem vida
[04:32.91] Que a fisionomia descreva 'paz, missão cumprida' truta
[04:37.18] Se o sol te deu outro dia, faz diferente
[04:41.53] Antes que só restem flores pra dar de presente!
[04:43.59] No recanto das viúvas ouço o clamor dos órfãos
[04:50.71] Enquanto as rosas perfumam a cova dos nossos mortos
[04:58.64] Enquanto lágrimas apagam o que restou de você
[05:04.82] Faz entender que a saudade é pior que esquecer
[05:11.51]

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