O Bebado e a Equilibrista
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⏱️ 3:49 duration
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📜 Lyrics
Caía a tarde feito um viaduto
E um bêbado trajando luto
Me lembrou Carlitos
A lua, tal qual a dona do bordel
Pedia a cada estrela fria
Um brilho de aluguel
E nuvens, lá no mata-borrão do céu
Chupavam manchas torturadas
Que sufoco, louco
O bêbado com chapéu coco
Fazia irreverências mil
Pra noite do Brasil
Meu Brasil que sonha
Com a volta do irmão do henfil
Com tanta gente que partiu
Num rabo de foguete
Chora a nossa pátria mãe gentil
Choram Marias e Clarices
No solo do Brasil
Mas sei
Que uma dor assim pungente
Não há de ser inutilmente
A esperança dança
Na corda bamba de sombrinha
E em cada passo dessa linha
Pode se machucar
Azar, a esperança equilibrista
Sabe que o show de todo artista
Tem que continuar
E um bêbado trajando luto
Me lembrou Carlitos
A lua, tal qual a dona do bordel
Pedia a cada estrela fria
Um brilho de aluguel
E nuvens, lá no mata-borrão do céu
Chupavam manchas torturadas
Que sufoco, louco
O bêbado com chapéu coco
Fazia irreverências mil
Pra noite do Brasil
Meu Brasil que sonha
Com a volta do irmão do henfil
Com tanta gente que partiu
Num rabo de foguete
Chora a nossa pátria mãe gentil
Choram Marias e Clarices
No solo do Brasil
Mas sei
Que uma dor assim pungente
Não há de ser inutilmente
A esperança dança
Na corda bamba de sombrinha
E em cada passo dessa linha
Pode se machucar
Azar, a esperança equilibrista
Sabe que o show de todo artista
Tem que continuar
⏱️ Synced Lyrics
[00:33.25] Caía a tarde feito um viaduto
[00:41.24] E um bêbado trajando luto
[00:46.81] Me lembrou Carlitos
[00:51.83] A lua, tal qual a dona do bordel
[01:00.76] Pedia a cada estrela fria
[01:05.45] Um brilho de aluguel
[01:10.95] E nuvens, lá no mata-borrão do céu
[01:18.80] Chupavam manchas torturadas
[01:24.16] Que sufoco, louco
[01:32.40] O bêbado com chapéu coco
[01:37.19] Fazia irreverências mil
[01:41.27] Pra noite do Brasil
[01:44.98] Meu Brasil que sonha
[01:50.37] Com a volta do irmão do henfil
[01:54.92] Com tanta gente que partiu
[02:00.12] Num rabo de foguete
[02:05.67] Chora a nossa pátria mãe gentil
[02:13.47] Choram Marias e Clarices
[02:17.45] No solo do Brasil
[02:23.26] Mas sei
[02:26.82] Que uma dor assim pungente
[02:30.86] Não há de ser inutilmente
[02:36.28] A esperança dança
[02:44.47] Na corda bamba de sombrinha
[02:48.35] E em cada passo dessa linha
[02:52.94] Pode se machucar
[02:57.84] Azar, a esperança equilibrista
[03:06.00] Sabe que o show de todo artista
[03:10.78] Tem que continuar
[03:16.84]
[00:41.24] E um bêbado trajando luto
[00:46.81] Me lembrou Carlitos
[00:51.83] A lua, tal qual a dona do bordel
[01:00.76] Pedia a cada estrela fria
[01:05.45] Um brilho de aluguel
[01:10.95] E nuvens, lá no mata-borrão do céu
[01:18.80] Chupavam manchas torturadas
[01:24.16] Que sufoco, louco
[01:32.40] O bêbado com chapéu coco
[01:37.19] Fazia irreverências mil
[01:41.27] Pra noite do Brasil
[01:44.98] Meu Brasil que sonha
[01:50.37] Com a volta do irmão do henfil
[01:54.92] Com tanta gente que partiu
[02:00.12] Num rabo de foguete
[02:05.67] Chora a nossa pátria mãe gentil
[02:13.47] Choram Marias e Clarices
[02:17.45] No solo do Brasil
[02:23.26] Mas sei
[02:26.82] Que uma dor assim pungente
[02:30.86] Não há de ser inutilmente
[02:36.28] A esperança dança
[02:44.47] Na corda bamba de sombrinha
[02:48.35] E em cada passo dessa linha
[02:52.94] Pode se machucar
[02:57.84] Azar, a esperança equilibrista
[03:06.00] Sabe que o show de todo artista
[03:10.78] Tem que continuar
[03:16.84]