Raiva
🎵 1547 characters
⏱️ 2:54 duration
🆔 ID: 9100747
📜 Lyrics
Mas não fiques se é para fazeres disso assunto
O nosso amor foi morto-vivo, hoje é defunto
Sais do nada, voltas, gritas que sou tudo
E eu sim nado ou é desta que me afundo
É madrugada e queres discutir a fundo
Sou caos e calma, é no centro que me fundo
Sou toda a alma, mas dizes que te confundo
Na tua sala, não te vejo entre o fumo
Não sei se é karma ou se sou eu que te consumo
Fecho a porta, desta vez eu deixo o trinco
Fechas-me a porta, gritas, dizes que te minto
E na verdade, a saudade é labirinto
Entre o que é certo e é certo saber que sinto
Ficou mórbido o que um dia foi bonito
Os poemas não se ouvem entre os gritos
Sinto muito sentir tanto e admito
Que saio com mais vontade do que a que fico
Então odeia-me e eu odeio-te de volta
Cospe no prato e cospe na minha boca
Diz que sou erro, que sou drama, que sou louca
Que te engano e que a esperança está morta
Dá-me a culpa, dá-me a morte e leva a taça
Dá-me a fuga em forma de ameaça
Diz que a dor é grande, mas que também passa
E para de passar em minha casa
Não pegues fogo p'ra depois vir pedir água
Se acreditasse em ti, já nem de mim gostava
Se acreditasse em ti, o tiro acertava
Se acreditasse em ti, eu já nem respirava
Deixa-me só, preciso de ficar sozinha
Assenta o pó enquanto eu fumo na cozinha
Ele dizia que a dor é minha vizinha
Afinal, nem sabia quantos quartos tinha
Não estou p'ra ninguém, cortei a campainha
A mágoa arrasta, não lhe vou fazer bainha
Acendo a vela, selo esta vida minha
Onde foi o sonho que era meu e sei que tinha?
O nosso amor foi morto-vivo, hoje é defunto
Sais do nada, voltas, gritas que sou tudo
E eu sim nado ou é desta que me afundo
É madrugada e queres discutir a fundo
Sou caos e calma, é no centro que me fundo
Sou toda a alma, mas dizes que te confundo
Na tua sala, não te vejo entre o fumo
Não sei se é karma ou se sou eu que te consumo
Fecho a porta, desta vez eu deixo o trinco
Fechas-me a porta, gritas, dizes que te minto
E na verdade, a saudade é labirinto
Entre o que é certo e é certo saber que sinto
Ficou mórbido o que um dia foi bonito
Os poemas não se ouvem entre os gritos
Sinto muito sentir tanto e admito
Que saio com mais vontade do que a que fico
Então odeia-me e eu odeio-te de volta
Cospe no prato e cospe na minha boca
Diz que sou erro, que sou drama, que sou louca
Que te engano e que a esperança está morta
Dá-me a culpa, dá-me a morte e leva a taça
Dá-me a fuga em forma de ameaça
Diz que a dor é grande, mas que também passa
E para de passar em minha casa
Não pegues fogo p'ra depois vir pedir água
Se acreditasse em ti, já nem de mim gostava
Se acreditasse em ti, o tiro acertava
Se acreditasse em ti, eu já nem respirava
Deixa-me só, preciso de ficar sozinha
Assenta o pó enquanto eu fumo na cozinha
Ele dizia que a dor é minha vizinha
Afinal, nem sabia quantos quartos tinha
Não estou p'ra ninguém, cortei a campainha
A mágoa arrasta, não lhe vou fazer bainha
Acendo a vela, selo esta vida minha
Onde foi o sonho que era meu e sei que tinha?
⏱️ Synced Lyrics
[00:32.85] Mas não fiques se é para fazeres disso assunto
[00:36.37] O nosso amor foi morto-vivo, hoje é defunto
[00:39.92] Sais do nada, voltas, gritas que sou tudo
[00:43.61] E eu sim nado ou é desta que me afundo
[00:47.11] É madrugada e queres discutir a fundo
[00:50.94] Sou caos e calma, é no centro que me fundo
[00:54.66] Sou toda a alma, mas dizes que te confundo
[00:58.32] Na tua sala, não te vejo entre o fumo
[01:02.02] Não sei se é karma ou se sou eu que te consumo
[01:05.93] Fecho a porta, desta vez eu deixo o trinco
[01:09.51] Fechas-me a porta, gritas, dizes que te minto
[01:13.38] E na verdade, a saudade é labirinto
[01:16.83] Entre o que é certo e é certo saber que sinto
[01:20.54] Ficou mórbido o que um dia foi bonito
[01:24.33] Os poemas não se ouvem entre os gritos
[01:28.08] Sinto muito sentir tanto e admito
[01:31.45] Que saio com mais vontade do que a que fico
[01:35.29] Então odeia-me e eu odeio-te de volta
[01:38.74] Cospe no prato e cospe na minha boca
[01:42.59] Diz que sou erro, que sou drama, que sou louca
[01:46.57] Que te engano e que a esperança está morta
[01:50.18] Dá-me a culpa, dá-me a morte e leva a taça
[01:53.68] Dá-me a fuga em forma de ameaça
[01:57.60] Diz que a dor é grande, mas que também passa
[02:01.83] E para de passar em minha casa
[02:04.77] Não pegues fogo p'ra depois vir pedir água
[02:08.66] Se acreditasse em ti, já nem de mim gostava
[02:12.26] Se acreditasse em ti, o tiro acertava
[02:16.01] Se acreditasse em ti, eu já nem respirava
[02:19.64] Deixa-me só, preciso de ficar sozinha
[02:23.42] Assenta o pó enquanto eu fumo na cozinha
[02:27.07] Ele dizia que a dor é minha vizinha
[02:30.81] Afinal, nem sabia quantos quartos tinha
[02:34.55] Não estou p'ra ninguém, cortei a campainha
[02:38.38] A mágoa arrasta, não lhe vou fazer bainha
[02:41.83] Acendo a vela, selo esta vida minha
[02:45.29] Onde foi o sonho que era meu e sei que tinha?
[02:48.65]
[00:36.37] O nosso amor foi morto-vivo, hoje é defunto
[00:39.92] Sais do nada, voltas, gritas que sou tudo
[00:43.61] E eu sim nado ou é desta que me afundo
[00:47.11] É madrugada e queres discutir a fundo
[00:50.94] Sou caos e calma, é no centro que me fundo
[00:54.66] Sou toda a alma, mas dizes que te confundo
[00:58.32] Na tua sala, não te vejo entre o fumo
[01:02.02] Não sei se é karma ou se sou eu que te consumo
[01:05.93] Fecho a porta, desta vez eu deixo o trinco
[01:09.51] Fechas-me a porta, gritas, dizes que te minto
[01:13.38] E na verdade, a saudade é labirinto
[01:16.83] Entre o que é certo e é certo saber que sinto
[01:20.54] Ficou mórbido o que um dia foi bonito
[01:24.33] Os poemas não se ouvem entre os gritos
[01:28.08] Sinto muito sentir tanto e admito
[01:31.45] Que saio com mais vontade do que a que fico
[01:35.29] Então odeia-me e eu odeio-te de volta
[01:38.74] Cospe no prato e cospe na minha boca
[01:42.59] Diz que sou erro, que sou drama, que sou louca
[01:46.57] Que te engano e que a esperança está morta
[01:50.18] Dá-me a culpa, dá-me a morte e leva a taça
[01:53.68] Dá-me a fuga em forma de ameaça
[01:57.60] Diz que a dor é grande, mas que também passa
[02:01.83] E para de passar em minha casa
[02:04.77] Não pegues fogo p'ra depois vir pedir água
[02:08.66] Se acreditasse em ti, já nem de mim gostava
[02:12.26] Se acreditasse em ti, o tiro acertava
[02:16.01] Se acreditasse em ti, eu já nem respirava
[02:19.64] Deixa-me só, preciso de ficar sozinha
[02:23.42] Assenta o pó enquanto eu fumo na cozinha
[02:27.07] Ele dizia que a dor é minha vizinha
[02:30.81] Afinal, nem sabia quantos quartos tinha
[02:34.55] Não estou p'ra ninguém, cortei a campainha
[02:38.38] A mágoa arrasta, não lhe vou fazer bainha
[02:41.83] Acendo a vela, selo esta vida minha
[02:45.29] Onde foi o sonho que era meu e sei que tinha?
[02:48.65]