Vale do Jucá
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⏱️ 4:43 duration
🆔 ID: 9376422
📜 Lyrics
Era um caminho quase sem pegadas
Onde tantas madrugadas folhas serenaram
Era uma estrada, muitas curvas tortas
Quantas passagens e portas, ali se ocultaram
Era uma linha, sem começo e fim
E as flores desse jardim, meus avós plantaram
Era uma voz, um vento, um sussurro
Relampo, trovão e murro nos que se lembraram
Uma palavra quase sem sentido
Um tapa no pé do ouvido
Todos escutaram
Um grito mudo perguntando aonde
Nossa lembrança se esconde
Meus avós gritaram
Era uma dança
Quase uma miragem
Cada gesto, uma imagem dos que se encantaram
Um movimento, um traquejo forte
Traçado, risco e recorte
Se descortinaram
Uma semente no meio da poeira
Chã da lavoura primeira
Meus avós dançaram
Uma pancada, um ronco, um estralo
Um trupé e um cavalo
Guerreiros brincaram
Quase uma queda, quase uma descida
Uma seta remetida, as mãos se apertaram
Era uma festa
Chegada e partida, saudações, despedidas
Meus avós choraram
Onde estará aquele passo tonto
E as armas para o confronto, onde se ocultaram?
E o lampejo da luz estupenda que atravessou a fenda
Que tantos enxergaram
Ah se eu pudesse, só por um segundo
Rever os portões do mundo que os avós criaram
Onde tantas madrugadas folhas serenaram
Era uma estrada, muitas curvas tortas
Quantas passagens e portas, ali se ocultaram
Era uma linha, sem começo e fim
E as flores desse jardim, meus avós plantaram
Era uma voz, um vento, um sussurro
Relampo, trovão e murro nos que se lembraram
Uma palavra quase sem sentido
Um tapa no pé do ouvido
Todos escutaram
Um grito mudo perguntando aonde
Nossa lembrança se esconde
Meus avós gritaram
Era uma dança
Quase uma miragem
Cada gesto, uma imagem dos que se encantaram
Um movimento, um traquejo forte
Traçado, risco e recorte
Se descortinaram
Uma semente no meio da poeira
Chã da lavoura primeira
Meus avós dançaram
Uma pancada, um ronco, um estralo
Um trupé e um cavalo
Guerreiros brincaram
Quase uma queda, quase uma descida
Uma seta remetida, as mãos se apertaram
Era uma festa
Chegada e partida, saudações, despedidas
Meus avós choraram
Onde estará aquele passo tonto
E as armas para o confronto, onde se ocultaram?
E o lampejo da luz estupenda que atravessou a fenda
Que tantos enxergaram
Ah se eu pudesse, só por um segundo
Rever os portões do mundo que os avós criaram
⏱️ Synced Lyrics
[00:29.92] Era um caminho quase sem pegadas
[00:39.62] Onde tantas madrugadas folhas serenaram
[00:41.45] Era uma estrada, muitas curvas tortas
[00:47.92] Quantas passagens e portas, ali se ocultaram
[00:53.46] Era uma linha, sem começo e fim
[00:57.40] E as flores desse jardim, meus avós plantaram
[01:05.09] Era uma voz, um vento, um sussurro
[01:11.15] Relampo, trovão e murro nos que se lembraram
[01:14.38] Uma palavra quase sem sentido
[01:14.79] Um tapa no pé do ouvido
[01:24.75] Todos escutaram
[01:26.54] Um grito mudo perguntando aonde
[01:33.34] Nossa lembrança se esconde
[01:36.44] Meus avós gritaram
[01:40.66]
[02:04.24] Era uma dança
[02:07.08] Quase uma miragem
[02:09.14] Cada gesto, uma imagem dos que se encantaram
[02:13.81] Um movimento, um traquejo forte
[02:23.37] Traçado, risco e recorte
[02:27.92] Se descortinaram
[02:29.52] Uma semente no meio da poeira
[02:35.14] Chã da lavoura primeira
[02:35.76] Meus avós dançaram
[02:39.07] Uma pancada, um ronco, um estralo
[02:45.89] Um trupé e um cavalo
[02:51.28] Guerreiros brincaram
[02:51.42] Quase uma queda, quase uma descida
[02:55.62] Uma seta remetida, as mãos se apertaram
[03:00.58] Era uma festa
[03:05.68] Chegada e partida, saudações, despedidas
[03:13.77]
[03:38.30] Meus avós choraram
[03:44.50] Onde estará aquele passo tonto
[03:49.46] E as armas para o confronto, onde se ocultaram?
[03:55.03] E o lampejo da luz estupenda que atravessou a fenda
[04:01.66] Que tantos enxergaram
[04:02.22] Ah se eu pudesse, só por um segundo
[04:06.65] Rever os portões do mundo que os avós criaram
[04:11.85]
[00:39.62] Onde tantas madrugadas folhas serenaram
[00:41.45] Era uma estrada, muitas curvas tortas
[00:47.92] Quantas passagens e portas, ali se ocultaram
[00:53.46] Era uma linha, sem começo e fim
[00:57.40] E as flores desse jardim, meus avós plantaram
[01:05.09] Era uma voz, um vento, um sussurro
[01:11.15] Relampo, trovão e murro nos que se lembraram
[01:14.38] Uma palavra quase sem sentido
[01:14.79] Um tapa no pé do ouvido
[01:24.75] Todos escutaram
[01:26.54] Um grito mudo perguntando aonde
[01:33.34] Nossa lembrança se esconde
[01:36.44] Meus avós gritaram
[01:40.66]
[02:04.24] Era uma dança
[02:07.08] Quase uma miragem
[02:09.14] Cada gesto, uma imagem dos que se encantaram
[02:13.81] Um movimento, um traquejo forte
[02:23.37] Traçado, risco e recorte
[02:27.92] Se descortinaram
[02:29.52] Uma semente no meio da poeira
[02:35.14] Chã da lavoura primeira
[02:35.76] Meus avós dançaram
[02:39.07] Uma pancada, um ronco, um estralo
[02:45.89] Um trupé e um cavalo
[02:51.28] Guerreiros brincaram
[02:51.42] Quase uma queda, quase uma descida
[02:55.62] Uma seta remetida, as mãos se apertaram
[03:00.58] Era uma festa
[03:05.68] Chegada e partida, saudações, despedidas
[03:13.77]
[03:38.30] Meus avós choraram
[03:44.50] Onde estará aquele passo tonto
[03:49.46] E as armas para o confronto, onde se ocultaram?
[03:55.03] E o lampejo da luz estupenda que atravessou a fenda
[04:01.66] Que tantos enxergaram
[04:02.22] Ah se eu pudesse, só por um segundo
[04:06.65] Rever os portões do mundo que os avós criaram
[04:11.85]