Saudade
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📜 Lyrics
Saudade, eu te matei de fome
Saudade, eu te matei de fome (yo)
Saudade, eu te matei de fome (agora é o nosso tempo de si)
Saudade, eu te matei de fome (hmm)
Broda, no fim da cacete
Toda a cantiga volta pro inicio
Por vezes, ouvi-la é um frete
Mudar a faixa é sacrifício
Pa' que rir se te viram as costas
Todos duvidam, não dão beneficio
Até mesmo se o céu se ilumina
Aquilo que brilha é fogo de artificio
E o que eu vejo
É o teu queixo pa' baixo e os teus lábios nunca pa' cima
A alegria nunca 'tá em casa, a tristeza domina
Por vezes, não queremos, e do nada temos
Ou queremos e nunca encontramos
As grandes coisas que perdemos
Por pequenas coisas que ligamos
E tu que brincavas, sonhavas com a paz
Nadavas na guerra pa' traçar caminhos
Ter uma casa com vista p'o mar
Virada pa' a serra pa' ouvir passarinhos
Viver sem contar com a saudade
Sem 'tar a contar que ela vem de fininho, bro
Porque nada é mais triste
Que alguém contribuir para vivermos sozinhos
Só quero mais tarde olhar p'o meu sobrinho e dizer (dizer)
Que a saudade também nos faz falta (yeah)
Não entrar na bulha, entrar na batida
Mesmo se a agulha te salta
Sem muita pressa, mas sempre na altura exata
Aplicar tudo o que é raciocínio
Porque 'tá destinado, e morremos na data
E enquanto há quem espere que o tempo se acabe
Não ficar deitado, de olho fechado, à espera que mude
O teu testamento é não gosto não quis
Não cheguei a tempo, não fiz, 'que não pude
Fazer pontaria para acertar no meio
Não é num dos lados que está a virtude
Ter toda a consciência da gravidade
Quem sente saudade, não sente saúde, meu boy
Honrar a memoria e fazê-lo com alma
Nunca foi preciso fazer um mestrado
Pa' manter a mente e o mundo na palma
Quem cala consente, aquilo que sentes
É muito evidente, eu sinto na fala
Se esticas a mão para abrir uma porta
Não podes chorar quando a mesma te entala
Por vezes sentes saudades de quem não sente
E tudo isso vira um ciclo
E é quando tu tentas dar o teu passo em frente
Que tu voltas p'o triciclo
Alturas em que embarcas com o subconsciente
E pensas que cais no ridículo
Por vezes sentes saudades de quem não sente
E tudo isso vira um ciclo
Oh, boy, ainda sinto saudade (sinto saudade, sinto saudade)
Saudade, eu te matei de fome
Saudade, eu te matei de fome
Saudade, eu te matei de fome
Saudade, eu te matei de fome (oh, hmm)
(Ah) yo (ah, ah)
Essa é pa' alguém que deixa saudade
(Ah, ah, ah)
Há que saber lidar com isso
(Ah, ah, ah)
(Ah, ah, ah)
Yo, ahn
Às vezes eu sinto saudade de ver o meu bairro
Em atividade e alegria (2005)
Nessa altura em que tu dizias
Que era só espigaria e só má onda (Deus lhe guarde)
Tenho saudade do tempo em que a tua cara não carregava essa mania
Muita saudade de ver a amizade entre os bairros cá da zona
Saudades do tempo de escola e de haver união
Colegas com quem já não falo apenas por falta duma ligação (um abraço pra todos)
Mas queres saber mesmo aquilo que eu sinto vaidade?
Tenho orgulho naquilo que fomos
Nada apaga aquilo que eu sinto saudade
My boy, ainda sinto saudade
(Yeah)
Teu rosto nunca me deu trégua
E lágrima seria não ver
No amor, essa flor perene
Saudade, eu te matei de fome (yo)
Saudade, eu te matei de fome (agora é o nosso tempo de si)
Saudade, eu te matei de fome (hmm)
Broda, no fim da cacete
Toda a cantiga volta pro inicio
Por vezes, ouvi-la é um frete
Mudar a faixa é sacrifício
Pa' que rir se te viram as costas
Todos duvidam, não dão beneficio
Até mesmo se o céu se ilumina
Aquilo que brilha é fogo de artificio
E o que eu vejo
É o teu queixo pa' baixo e os teus lábios nunca pa' cima
A alegria nunca 'tá em casa, a tristeza domina
Por vezes, não queremos, e do nada temos
Ou queremos e nunca encontramos
As grandes coisas que perdemos
Por pequenas coisas que ligamos
E tu que brincavas, sonhavas com a paz
Nadavas na guerra pa' traçar caminhos
Ter uma casa com vista p'o mar
Virada pa' a serra pa' ouvir passarinhos
Viver sem contar com a saudade
Sem 'tar a contar que ela vem de fininho, bro
Porque nada é mais triste
Que alguém contribuir para vivermos sozinhos
Só quero mais tarde olhar p'o meu sobrinho e dizer (dizer)
Que a saudade também nos faz falta (yeah)
Não entrar na bulha, entrar na batida
Mesmo se a agulha te salta
Sem muita pressa, mas sempre na altura exata
Aplicar tudo o que é raciocínio
Porque 'tá destinado, e morremos na data
E enquanto há quem espere que o tempo se acabe
Não ficar deitado, de olho fechado, à espera que mude
O teu testamento é não gosto não quis
Não cheguei a tempo, não fiz, 'que não pude
Fazer pontaria para acertar no meio
Não é num dos lados que está a virtude
Ter toda a consciência da gravidade
Quem sente saudade, não sente saúde, meu boy
Honrar a memoria e fazê-lo com alma
Nunca foi preciso fazer um mestrado
Pa' manter a mente e o mundo na palma
Quem cala consente, aquilo que sentes
É muito evidente, eu sinto na fala
Se esticas a mão para abrir uma porta
Não podes chorar quando a mesma te entala
Por vezes sentes saudades de quem não sente
E tudo isso vira um ciclo
E é quando tu tentas dar o teu passo em frente
Que tu voltas p'o triciclo
Alturas em que embarcas com o subconsciente
E pensas que cais no ridículo
Por vezes sentes saudades de quem não sente
E tudo isso vira um ciclo
Oh, boy, ainda sinto saudade (sinto saudade, sinto saudade)
Saudade, eu te matei de fome
Saudade, eu te matei de fome
Saudade, eu te matei de fome
Saudade, eu te matei de fome (oh, hmm)
(Ah) yo (ah, ah)
Essa é pa' alguém que deixa saudade
(Ah, ah, ah)
Há que saber lidar com isso
(Ah, ah, ah)
(Ah, ah, ah)
Yo, ahn
Às vezes eu sinto saudade de ver o meu bairro
Em atividade e alegria (2005)
Nessa altura em que tu dizias
Que era só espigaria e só má onda (Deus lhe guarde)
Tenho saudade do tempo em que a tua cara não carregava essa mania
Muita saudade de ver a amizade entre os bairros cá da zona
Saudades do tempo de escola e de haver união
Colegas com quem já não falo apenas por falta duma ligação (um abraço pra todos)
Mas queres saber mesmo aquilo que eu sinto vaidade?
Tenho orgulho naquilo que fomos
Nada apaga aquilo que eu sinto saudade
My boy, ainda sinto saudade
(Yeah)
Teu rosto nunca me deu trégua
E lágrima seria não ver
No amor, essa flor perene